Não estamos usando o espaço de gastos que seria permitido, diz Dyogo Oliveira

Brasília, 31 – O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, informou nesta quarta-feira, 31, que o governo não está usando todo o espaço de gastos que seria permitido com a implementação do teto de gasto no Orçamento de 2017.Pelo projeto de lei orçamentária enviado nesta quarta, as despesas ficaram R$ 1,142 bilhão menores. Dyogo explicou que o limite o limite das despesas primárias, com as exceções previstas na PEC do teto de gasto, seria de R$ 1,317 trilhão, mas ficou em R$ 1,316 trilhão.Pelos números apresentados pelo ministro, as despesas com a Previdência Social foram estimadas em R$ 562 bilhões; R$ 169,8 bilhões com pessoal (servidores da ativa); R$ 114,2 bilhões (com pessoal inativo); R$ 94,9 bilhões com saúde (exceto pessoal); R$ 57,4 bilhões com abono e seguro desemprego; R$ 50,9 bilhões com Loas; R$ 35,8 bilhões com Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); R$ 33,7 bilhões com Educação (exceto pessoal) e R$ 29,7 bilhões com o Bolsa Família).

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